PPL-PARTIDO PÁTRIA LIVRE: MAL NASCEU E JÁ ESTÁ CONTAMINADO.
Mal saído das fraldas, o PPL, mostra como é fácil se contaminar vergonhosamente pela “síndrome do rato contumaz”.
Mal saído das fraldas, o PPL, mostra como é fácil se contaminar vergonhosamente pela “síndrome do rato contumaz”.

Marinalda Gomes e José Tonico. Militantes guerreiros, que desde o início, ao contrário de oportunistas recém chegados, deram quase que literalmente o sangue, pela criação do PPL em nossa cidade, participando e movimentando as lideranças e populares em benefício do PPL como um todo no DF.
Nascido do idealismo baseado na premissa de
transformações profundas que durante todas as repúblicas foram defendidos
aguerridamente por visionários como Getúlio Vargas, que embora ditador, era
especialista em morar no coração do povo, mercê de conquistas que ele pagou com
a própria vida para poder entregá-las a esse mesmo povo, ou Leonel de Moura Brizzola,
esse o mais visionário e incorrigível idealista entre todos aqueles que
correram atrás da faixa presidencial, o Partido Pátria Livre, o PPL, nasceu após uma gestação complicada e apressada de menos de
um ano na tentativa de posicionar
candidatos as eleições gerais de
2010, o que não foi possível por que não conseguiu seu registro em tempo, e só
pode comemorar sua certidão de nascimento e batismo político no final de 2011,
quando conseguiu seu registro.
Seu atual “dono” no DF, Marco Antonio Campanela,
egresso do MR-8 o movimento que encarou a ditadura movido por um idealismo que
se supunha fosse imortal, mostra que realmente
o tempo muda tudo inclusive o comportamento moral e ideológico,
esvaziando conteúdo doutrinário e político. Assim é que o partido, em cuja
fundação eu e os companheiros das fotos tivemos participação intensa junto com
outros companheiros em minha cidade, pedindo assinatura de fichas, nas feiras,
igrejas, escolas e vizinhança, mostra que tudo em que acreditei como pedetista
e brizolista que, o primeiro me dói na alma ver
seu atual e bisonho estágio, aliás algo parecido com o do PPL hoje no
DF, cujo “cacique” foi candidato acomodado na legenda do PT, a deputado
distrital, e hoje acomodou-se em uma secretaria do GDF, com uma troupe que
curiosamente não participou com duas ou três exceções, da luta para criação e
formação do partido. Quanto a ser brizolista, o seremos eternamente,
indiferente ao fato do fazem hoje com sua imagem e o seu, o nosso partido de origem, órfãos
que ficamos com sua perda e agora de Maurício Correa, que levaram os interesse
do povo e seu país acima de qualquer negociata sendo capazes de dar suas
próprias vidas por eles, diferente do que se vê hoje no DF,com múmias políticas
como Cristovam Buarque, George Michel, Reguffe, o federal sonso ou ainda o
bisonho e cara de pau Carlos Lupi, aquele que roubou, roubou e depois disse que
só deixava o cargo, “debaixo de bala”.
Com o apoio dado ao atual governador, Marco Antonio
Campanela pode enfim dar vazão as suas pretensões egoísticas, nascidas quando
resolveu sair da chefia de gabinete do vice Filipelli, quando este era deputado
federal, e criar o PPL no DF, movido apenas por sua vontade de ser mandatário
de um partido que embora parecendo ser uma voz libertária contra a opressão e
os descaminhos dos tradicionais vampiros políticos de direita que sugam o Brasil
há tantos anos, porta-se hoje exatamente igual a eles; dono de um cabide de
empregos com seu grupo inclusive entre
eles, os oportunistas que saquearam e usurparam o diretório de Samambaia, que
como se vê nas fotos, com os fundadores e batalhadores pela estruturação
inicial do PPL e que deveriam ter por direito desde a fundação do partido, seu lugar garantido e
merecido pelo trabalho que fizeram, e simplesmente foram roubados em seus
direitos, na calada de reuniões secretas que trocaram os diretores originais,
eu, Carlos Alberto, Marinalda Gomes, José Tonico, e José Milton, verdadeiras
colunas iniciais do PPL aqui em Samambaia, DF.
Mas o tempo, eterno senhor da razão, continuará
sempre de tempos em tempos, a defenestrar lobos em pele de cordeiro como a
operação Caixa de Pandora recentemente, fez e faz até hoje, bem como no primeiro ano do governo
Dilma, onde o bisonho Lupi foi um dos expoentes mais visíveis de até onde vai o ridículo egoísmo daqueles que pensam
enganar o povo todo, durante o tempo todo, e creem poder usar eternamente a boa lábia, e poder de
convencimento que acham ser sempre
infalíveis de sua parte, na manipulação
de suas mais mesquinhas atitudes, quais sejam, de se acomodar, manipular
, negociar, pisar e sugar o bem público, desvirtuando cada voto ou cada porção
do trabalho daqueles que acreditaram com fé no que lhes foi proposto como
ideologia de trabalho visando o bem
comum, e simplesmente são traídos como fizéram os atuais donos do PPL-DF, todos
acomodados em cargos no GDF, sem maiores preocupações com suas consciências ou
prestações de contas ideológicas perante o povo.
Mas por enquanto, o pensamento dominante entre
Campanela e seus sequazes, assim como a camarilha que tomou conta dos partidos
especialmente os de antiga oposição, é um só; a “síndrome do rato contumaz”, ou
seja, “não largaremos o queijo nunca”.
Pelo menos no que nos resta de tempo no último
governo de esquerda a dirigir o DF.
E quanto aos diretores do PPL que cismam em deixar para
trás correligionários que deram o sangue para vê-lo nascer, deveriam já ter
aprendido a lição de não querer dar o passo maior que as pernas, pois ao ter
ingressado em seus quadros, o distrital Raad Massouh, já chegou com fama de pé
frio depois de abandonar o partido que o
elegeu o DEM causador dos estragos ao Governador Arruda, (e que a propósito
ainda está posando de inocente sem ser atingido ainda, pela lei da Ficha Limpa).
Mal se instalou, e já foi cassado.
É como já foi comprovado pela própria história da política: Não tem pé de coelho que ajude
gente que trai os próprios companheiros
de caminhada. Pensem nisso Campanela, e seus asseclas, pois amanhã certamente
vocês receberão de volta na mesma moeda
sórdida usada por todos os judas políticos.

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