SANDRA FARAJ VAI TER INVESTIGAÇÃO PEDIDA POR ONG "ADOTE UM DISTRITAL".

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017 0 comentários
SANDRA FARAJ TEM MAIS UMA DOR DE CABEÇA.
ONG pede que Câmara do DF investigue gastos de deputada com verba indenizatória
Entidade Adote Um Distrital pediu abertura de processo contra parlamentar Sandra Faraj (SD) na Câmara Legislativa. Deputada alega que 'não foi notificada'.


A organização Adote Um Distrital, ONG que fiscaliza a atuação dos parlamentares na Câmara Legislativa do Distrito Federal, pediu à Casa nesta sexta-feira (24) que apure a conduta da deputada Sandra Faraj (SD) com os gastos de verbas indenizatórias.
A parlamentar é suspeita de usar o recurso pago para ressarcimento de despesas relacionadas ao exercício do mandato de forma indevida. O caso veio à tona depois de denúncia de um ex-funcionário de Sandra.

A assessoria da deputada disse apenas que "ela não foi notificada do pedido da ONG". O Ministério Público do DF disse à TV Globo que também vai investigar o caso.
O empresário Felipe Nogueira cobra na Justiça o pagamento pela prestação de serviços de divulgação. Segundo ele, a dívida chega a R$ 150 mil. A deputada diz que o trabalho foi pago. O contrato, firmado em fevereiro de 2015, incluía serviços como publicidade e manutenção de site.

Contrato viciado

Empresário entra na justiça para receber dinheiro público que já foi liberado
Em entrevista à TV Globo na segunda-feira (13), o empresário também admitiu ter trabalhado ilegalmente no gabinete da deputada, em 2015. Nogueira afirma que a relação com Sandra Faraj começou em 2014, na campanha eleitoral.
Quando assumiu o cargo, ela o contratou para um cargo comissionado de alto posto, com salário de R$ 11 mil. A ONG também pediu que a Câmara investigue a contratação de Nogueira, Na prática, ele trabalhava no gabinete de Faraj enquanto a empresa, que está em nome da mulher e de um sócio, prestava serviços para o mesmo gabinete.

Além dessa irregularidade, o empresário assume que assinou uma declaração em 2016, com data retroativa a 2015, negando que tivesse parente ou sócio prestando serviço à Câmara Legislativa. "Ela nos intimidou. Falou que, se não fizéssemos isso, ela ia mandar a gente embora. É claro que ela sabia [do contrato], porque nada ali dentro corre sem uma pesquisa, né?", diz.
Em nota, o gabinete de Sandra Faraj disse "estranhar" a alegação de falta de pagamento, feita pela empresa, já que o contrato foi rescindido há um ano. nesta segunda, Felipe Nogueira foi exonerado do cargo em comissão.

Blog do Sombra.

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