SANDRA FARAJ, A DISTRITAL POLEMICA DE PRIMEIRO MANDATO MAIS UMA VEZ É ACUSADA DE IRREGULARIDADES NO MANDATO.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017 0 comentários
Polêmicas e pouca produtividade; esta tem sido a tônica do mandato deste deputada,Sandra Faraj, que parece carregar sempre um furacão de polêmicas por onde passa, como nestas imagens quando precisou ser contida e quando partiu furibunda para cima dos professores que protestavam na Câmara Legislativa há três anos!

Mais uma denúncia contra a distrital Sandra Faraj (SD) pode tornar-se a primeira mácula do ano legislativo sob nova direção. Em 6 de fevereiro, um representante da empresa Netpub Agência de Comunicação e Tecnologia registrou em cartório uma acusação dando conta de que a parlamentar contratou o serviço, não pagou, mas apresentou notas fiscais pedindo ressarcimento da Câmara Legislativa num valor total de R$ 174 mil.
No relato, ao qual o Metrópoles teve acesso, a empresária Michelly Nogueira conta que, além de atender o setor privado em demandas avulsas, trabalha para alguns parlamentares. Segundo ela, a empresa foi criada em 2012. No ano seguinte, teria sido convidada para “compor o time da campanha da deputada Sandra Faraj”.
A proposta seria “para fazer o trabalho por um preço em conta visando o futuro. Caso a deputada ganhasse as eleições, ela contrataria a empresa para ‘caminhar junto’ ao mandato”, diz o documento. Foi feito, então, um acordo de R$ 64 mil com o CNPJ da empresa Studio Nogueira — hoje Studio Web —, do marido de Michelly, Filipe Nogueira. De acordo com os empresários, no entanto, o serviço nunca foi pago.
“Como éramos fiéis, não queríamos criar indisposição junto aos líderes da igreja e tampouco correr o risco de perder esse contrato”, diz Michelly em sua denúncia documentada.
Em fevereiro de 2015, quando Sandra já havia sido empossada na CLDF, a distrital contratou a Netpub para criar um sistema de informática para o gabinete. “O valor do contrato foi de seis parcelas de R$ 15 mil e outras seis de R$ 14 mil. Seriam seis meses de construção e seis meses de manutenção”, afirma o documento.
A Netpub foi contratada quando Filipe, marido de Michelly, estava lotado no gabinete de Sandra Faraj. Filipe ganhava um salário de R$ 11.129,69, lotado com a função de cargo especial de gabinete. No último dia 10, ele foi exonerado.
A deputada disse que vai expedir nota esclarecendo a situação.
Especialista em polêmicas:
Proximo ao Dia internacional da mulher no ano passado, a distrital se viu envolvida em mais uma de suas inúmeras polêmicas;

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a deputada Sandra Faraj (SD) está no centro de uma polêmica. A imagem usada no panfleto de divulgação do encontro Março Mulher traz uma ilustração que lembra muito a da parlamentar, além da assinatura dela no material institucional. Tudo pago pela Câmara Legislativa. Caso seja comprovado o uso para autopromoção, a distrital pode ter que responder por improbidade administrativa.
O panfleto é ilustrado com o perfil de uma mulher de olhos claros e braços cruzados. A única característica que não coincide é o comprimento dos cabelos. As semelhanças viraram motivo de brincadeiras entre os integrantes da Câmara.
Os gastos com os panfletos foram autorizados pela Câmara Legislativa, já que se trata de um evento da Casa. Nesses casos, a autopromoção é proibida. O artigo 37 da Constituição Federal indica que  “a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.”
Apesar das comparações, a assessoria de imprensa de Sandra Faraj afirmou que não há qualquer semelhança entre a distrital e o desenho. “A ilustração foi desenhada de acordo com o conceito do evento. Faltou bom senso ao se comparar uma ilustração de uma mulher de cabelos curtos com a imagem da deputada”. A equipe finalizou a nota dizendo que é possível citar dezenas de brasileiras semelhantes à ilustração.
A audiência pública Março Mulher de 2016 teve como tema “Mercado de trabalho, empreendedorismo e superação”. 
A deputada distrital também respondeu na Justiça por assedio moral contra funcionários quando era admnistradora regional no Lago.

Metrópoles.com

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