Na madrugada do dia 16 de agosto de 1977, um obturador de câmara clicado do lado de fora dos portões de Graceland. A fotografia que capturou parecia comum à primeira vista. Um carro aliviando através da escuridão. Uma figura familiar no banco do passageiro. Sem drama. Sem presságio. Apenas mais uma noite tardia de Memphis. Só mais tarde o mundo entenderia que esta era a imagem final conhecida de Elvis Presley vivo.
Ele estava sentado em seu Stutz Blackhawk preto ao lado de Ginger Alden, voltando para casa depois de uma visita ao seu dentista, Dr. Lester Hoffman. A hora era tarde, mas um pequeno grupo de fãs ainda esperou além dos portões. Eles tinham crescido acostumados a estes vislumbres dele, esperando por um sorriso ou uma mão levantada. E como ele tinha feito inúmeras vezes antes, Elvis reconheceu-os. Ele sorriu gentilmente. Ele levantou a mão numa onda familiar. Foi sem esforço. Gentil. Quase rotina.
Não havia sinal na expressão dele de que a história estava a mudar. Nenhuma sombra que insinuasse a finalidade. Para os fãs que estavam ali, era simplesmente Elvis sendo Elvis. Aproximável. Gracioso. Presente. Eles foram para casa carregando a emoção de o terem visto, sem saber que tinham acabado de testemunhar a sua última troca com o homem cuja voz tinha moldado as suas vidas.
O que faz a imagem doer é a sua simplicidade. Nenhum discurso de despedida. Nenhuma chamada de cortina. Apenas um retorno tranquilo pelos portões do lugar que ele mais amava. Dentro de Graceland, a noite continuou como sempre. Planos estavam sendo feitos. Conversas desdobradas. O mundo lá fora dormia, sem saber que à tarde acordaria para choque.
Agora essa fotografia parece suspensa a tempo. Um sorriso suave no escuro. Uma mão levantada contra o céu noturno. Lembra-nos que as lendas nem sempre saem sob os holofotes. Às vezes eles saem da forma como viveram nos seus momentos mais humanos. Devagar. Sem espetáculo. Carregando amor com eles, mesmo em uma simples onda que ninguém percebeu que era um adeus.
Deacon Macgrath
Nunca foi fácil resumir Elvis Presley!
Nos Anos 50, ele apareceu e explodiu, com muito Sucesso, Tv, Shows e etc.
Teve que servir o Exército na Alemanha, voltou como Sargento e passou todo os Anos 60 só fazendo filmes, sem nenhum Show.
Até que em 1968, filmou um Especial para a Tv.
Depois reuniu uma Banda excelente, com os melhores Músicos que conseguiu reunir.
Para o Coral de back-vocals, contratou e reuniu a Melhor Soprano, o melhor Quarteto Feminino e outro Masculino, e também o melhor Baixo Profundo, o JD.
Também contratou uma Excelente Orquestra e começou os Ensaios para iniciar as famosas Temporadas nos Cassinos de Las Vegas, a partir de 1970.
Tudo muito bem organizado e impecável.
Tenho esses DVDs.
Quebrou todos os Recordes possíveis, mesmo sem fazer Shows fora do Território Americano.
Fez o primeiro Show ao Vivo via Satélite, direto do Havai, que também é EUA, e doou a Arrecadação para um hospital.
Até chegar 1977.
E essa foto derradeira, como se gritasse para todos que estavam naquele Portão:
"_Adios...Amigos...Bye, Bye!!!"
Perpetuem minha história!
!


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