PORQUE RODRIGO ROLLEMBERG MENTE, ESCONDE SUA ALIANÇA COM AGNELO QUEIRÓZ, E VAI SER O VOTO PARA O ATRASO E O RETROCESSO DO DF?

sábado, 18 de outubro de 2014 0 comentários


Ele que foi um dos exemplares da “Geração Coca-Cola”, a mesma de Fernando Collor e Luiz Estevão, hoje preso, e que é aquela a que ele se referiu como “usuários comuns”, ou normais dos derivados do “Tetrahidrocanabinol", a popular maconha, e que que nunca foram pródigos em bons exemplos, estando um deles preso por corrupção e o outro, Paulo Otávio, respondendo a igual processo, após ser preso e depois libertado na Operação Átrio da PCDF, junto com outros que fizeram parte da equipe de Agnelo Queiróz, seu velho aliado, agora  nas sombras, e  promete solucionar todos os problemas do DF e é claro de suas cidades satélites, onde sequer jamais andou ou conhece!

Em 2010 como se fosse um bando de andorinhas inocentes, os eleitores brasilienses, de todas a cidades satélites, voaram para as urnas e depositaram seu voto em Agnelo Queiróz e suas promessas de um governo diferente de tudo o que já tinha acontecido no DF, e que tinha o pomposo nome de “Governo do Novo Caminho”!
E quem não acreditaria?
Nascido na Bahia, formado em medicina, portanto um médico, figura normalmente depositária do maiores índices de credibilidade durante muito tempo no conceito popular, e hoje em baixa graças ao malfadado programa que trouxe os malformados médicos de Cuba para o Brasil, ele dizia que iria vestir o jaleco e ir para as ruas resolver em especial os graves problemas de saúde pública que Brasília enfrentava.
E o povo acreditou e deu pela segunda o comando de seus destinos enquanto cidadãos, a um governo de ideologia socialista, como fez quando elegeu a Cristovam Barque, o hoje Senador de uma bandeira rota e esfarrapada pela qual nunca fez nada além de discursos, a Educação, que fez um governo que o povo prefere esquecer, ele que oriundo do PC do B, trazia atrás de si os nomes de revolucionários que diziam ter enfrentado a ditadura e mostrado ao país uma nova face de desenvolvimento e harmonia política.
No mesmo passo em que as coisas desandaram para o Presidente Lula e sua sucessora Dilma Roussef, com escândalos de proporções nunca dantes vistos na história do Brasil moderno, Agnelo parecia caminhar em sintonia com seus próceres, do Governo Federal, na mesma estrada que o fez desembocar no esgoto da corrupção desenfreada, do desvio do dinheiro público em superfaturamentos monstruosos com o do Estádio Mané Garrincha, que ficou a um custo absurdo de mais de 2 bilhões de reais, irreal e sem justificativas claras, se comparado aos demais construídos no Brasil pela cabeça dos dirigentes hipócritas do Governo do PT e da CBF, que enriqueceram ainda mais os diretores daquela obscura e suspeitosa entidade, a qual o senador Romário agora eleito pelos cariocas com mais de 4 milhões de votos, promete devassar em uma CPI.
E em todo o seus percurso político e a frente do GDF ele foi apoiado por quem? 
Por Rodrigo Rollemberg!
Ele que em sua campanha no dia de hoje na televisão, afirmou que “um governador tem que conhecer as ruas, as cidades e seus problemas, e não ficar em gabinete com ar refrigerado como o seu parceiro Agnelo Queiróz ficou à frente do GDF, sem ouvir a população e conviver com seus problemas apresentando soluções”

Hilário! Porque Rollemberg, não andou pelas cidades do DF durante seu mandato, permanecendo da mesma forma em seu gabinete com ar refrigerado idêntico ao de Agnelo Queiróz, não andou pelas ruas, não fez nada pelos idosos, pelo povo mais humilde, dos lixões onde ele com sua roupinha bem lavada certamente cheirando a amaciante, e sapatinhos confortáveis, se deixa agora filmar, como se tivesse soluções para os problemas desta gente a que, ele pede votos, e por quem não fez absolutamente nada em seus mandato enquanto  ostentou o caríssimo e perdulário título de Senador da República, cargo que segundo alguns doutores em números custa a cada brasileiro mais de 4 milhões por mês, por cada congressista!
Ele que não andou em nenhuma das ruas mais humildes do DF, como aqui na minha cidade de  Samambaia, esquecida por Agnelo e seus antecessores, onde jamais foi visto na porta de um escola, num terminal de ônibus, ou num hospital, interessado que fosse em saber o mínimo dos problemas do povo, este povo que eu conheço, e com ele com partilho dores e sofrimentos, por viver no mesmo meio, e que ele certamente não sabe sequer dizer se é uma quadra ou setor Norte, Sul, Leste, Oeste, Par ou Ímpar, e  se diz brasiliense puro e genuíno, onde não se acostumou a vir sequer em algumas das solenidades de entregas das poucas obras casualmente acontecidas na gestão de seu parceiro de tanto anos, ou melhor do seu amigo Agnelo e sua trupe, e fala gora em expandir o metrô, criar praças arborizadas, novas escolas e creches, mais segurança, mais qualidade de ensino com aumento dos salários dos professores, atenção aos idosos e crianças, valorização dos policiais militares e bombeiros e enfim tudo aquilo da velha e decorada cartilha de gastas páginas, recitada por seus colegas de ideologia, os petistas, feita durante a mentirosa e cínica caminhada até o Palácio do Buriti em 2010!
Falácia copiada e cinicamente apoiada por pessoas de bom padrão de vida e salários, vivendo em bons e confortáveis apartamentos ou casas do Lago Sul, ou bairros e condomínios congêneres e com padrão de vida elevadíssimo e que pretendem a qualquer custo, manter seus cargos e privilégios, muitos deles conquistados em acordos operacionais e políticos com os antecessores de Agnelo como José Roberto Arruda e Joaquim Roriz, este doente em final de vida, muito mais pela infelicidade de descobrir o quanto foi apunhalado e traído, do que propriamente pelo desgaste natural do tempo, eles  a quem muitos dos hoje apoiadores de Rollemberg e Agnelo Queiróz, diziam igualmente ser fiéis até a morte, enquanto construíam um belo e sortido patrimônio, à custa da bajulação barata, da falsidade e lealdade paga.
Foram casas, lotes, carros apartamentos, e outros bens, comprados com a mentira e usando o nome e o voto do povo, ajudando a este mesmo povo a acreditar, porta-vozes que eram de seus então líderes e candidatos, que o futuro deles e de suas famílias seria muito melhor do que foi com os anteriores.
Enquanto compõem nas sombras com o mais rejeitado governador que o DF já teve, e seu grupo de vilões, como o eterno traidor de Joaquim Roriz, Tadeu Filipeli, e seu  quase clone Gim Argello, ambos execrados pelas urnas, que nunca se conformam em ficar longe dos cofres públicos, Rodrigo Rollemberg apresenta o seu ar de bom moço, alegre e jovial candidato, que nunca teve problemas na vida, como aqueles de quem tem que pegar coletivo as 5 da manhã para trabalhar ganhando quase sempre o insuficiente para o seu sustento e de sua família; ele que não sabe o que é precisar de hospital ou escola públicos, e acha que todo jovem das cidades que ele não conhece ao redor do DF e periferia, é tudo igual como em outras épocas, em que ele acreditava que toda uma geração de brasiliense, era usuária contumaz de drogas como a maconha, e o fazia como a coisa mais normal do mundo, ou seja: Os brasilienses de sua época eram certamente todos e em todas as cidades, pessoas de grandes posses, e ninguém trabalhava ou estudava como faziam os garotos mostrados na música de Renato Russo que bailavam alegres com suas guitarras, tocando e puxando um fuminho enquanto papai e mamãe trabalhavam na Esplanada dos Ministérios e eles viajavam alegres pelos eflúvios da “Canabis Sativa”, buscando soluções para os graves problemas da s cidades satélites e do Entorno do DF!
Era a geração Coca-Cola, onde o papaizão sempre disponibilizava algum dinheirinho para a compra da guitarra igual a de Jimi Hendrix, e uso do “bagulho”, eles que sentiam “fabricantes de soluções” como Fernando Collor de Melo e Luiz Estevão hoje atrás das grades e que fizeram parte da mesma geração de Rollemberg, e que pouco ligavam ou ainda não se ligam, para os problemas do povo, especialmente quando chegam ao poder.
Não sabe nada, não tem competência e manobra com deus e o diabo para ganhar os votos que não se lembrou de pedir quando nomeado por vontade de seu pai Armando Rollemberg, então ministro, permitiu que ele desfrutasse das mordomias do cargo público no palácio de milhões que é o Congresso Nacional, certamente sem preocupar se seria algum dia exposto ao julgamento ou questionamento do mesmo povo a quem ele pede para elegê-lo com seu canto de sereia socialista e supostamente infalível para resolver os problemas que faz sofrer este povo.
E de quebra, vai deixar o legado de um suplente acusado de pedofilia, Helio “Gambiarra” oriundo do mesmo PT de Agnelo e sua turma, e esconde seu vice governador, o desconhecido e at[é agora inútil Renato Santana, processado na Segunda Vara de Fazenda Pública e que ocupa um cargo no PSD de Rogério Rosso, o governador-tampão em 2010, que teve um rápido mandato mas tão ineficiente e obscuro quanto o de Agnelo Queiróz, e que nada acrescentou em seus anos como político, e agora paraquedista pelo recém-criado PEN, de útil a vida dos brasilienses.
Votar em Rodrigo Rollemberg é seguramente um retrocesso e repetição do velho filme chamado “Agnelo Queiróz e sua gang do Novo (ou, mau) Caminho”!
É cair de novo no conto do vigário, o mesmo que sequer respeita o currículo e a idade de seu adversário candidato ao GDF, como exemplos a seguir, Jofran Frejat, certamente um homem que não precisa como deputado e secretário que foi e médico que ainda é, de umas “fumacinhas” para tomar decisões!

Ao eleitor, a decisão correta e sem arrependimentos ou volta.
Boa sorte cidades satélites e Brasília, DF!





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