A cidade de Barreiras, localizada a 870 quilômetros da
capital Salvador, ainda está sob o impacto da apreensão da quantia de R$ 180
mil ocorrida no final da manhã desta quinta-feira (11).
A coisa é maior ainda
por conta da forma nebulosa como seu deu.
Um carro vindo de Brasília com
destino ao interior do Piauí, sendo guiado no primeiro momento pelo motorista
do senador Wellington Dias (PT), candidato ao governo, e logo em seguida por um
jovem que comprou uma carteira falsificada no entorno da capital do país, um
dos lugares mais perigosos do Brasil e do Mundo.
O nome do jovem é Paulo Fernando de Sousa, que comprou por R$ 1.000,00 uma carteira falsificada em Águas Lindas, no Goiás, e por conta do cansaço do motorista do senador Wellington Dias (PT), José Martinho Ferreira de Araújo, assumiu o volante próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do município de Barreiras.
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O nome do jovem é Paulo Fernando de Sousa, que comprou por R$ 1.000,00 uma carteira falsificada em Águas Lindas, no Goiás, e por conta do cansaço do motorista do senador Wellington Dias (PT), José Martinho Ferreira de Araújo, assumiu o volante próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do município de Barreiras.
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A grana mesa do delegado de Barreiras
Deu azar, foi preso e encontra-se no Complexo Policial da cidade, sem data certa para ser solto.
O 180 teve acesso a ele na delegacia.
Cansado, e ao lado de
outros presos, ele deu uma versão diferente para a viagem.
Disse que o destino
final era Floriano. “Onde vocês iriam parar?”. “Floriano”, respondeu. “Então o
destino final era Floriano?”. “Sim”, confirmou. “E o dinheiro?”.
'Não sei para
quem era'. A declaração, feita perante um Policial Civil, contradiz o que disse
o motorista de Wellington Dias, que alegou, ao ser flagrado pela PRF, que o
dinheiro era para comprar uma fazenda no município de São Miguel do Fidalgo, no
Piauí.
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