SOMOS SIM, UM PAÍS RACISTA SENHORAS E SENHORES: PORQUÊ GENTE
DE BEM É UMA COISA; VAGABUNDO É OUTRA!
E dá muito bem quando se quer, diferenciar
os dois em uma abordagem.
A não ser é claro, quando se é um
policial ou um agente da autoridade qualquer, metido a "Rambo" como aquele
covarde e assassino que está preso em São Paulo até hoje.
Então porque não se reeduca e prepara,
melhor o policial militar, o agente de trânsito, e o próprio militar que em
alguns casos só abordam o cidadão, usando linguajar chulo, bem ao velho estilo,
"você não sabe com quem está falando", repletos de discriminação,
insultos do tipo, 'nego safado', 'moleque ladrão', maconheiro, veado, bichinha,
vou te botar de quatro e vc. vai ver, cadê as armas e as drogas, onde você
roubou isto, fora socos, pontapés, e até cusparadas!
Vivemos o absurdo de ver uma
advogada negra em São Paulo, ser barrada em um restaurante, e ainda ouvia da
gerente, claro e olha só outra mulher, que só estava “zelando pela segurança do
estabelecimento e garantindo seu emprego”!
Jovens negros serem abordados no
Rio de Janeiro, com um par de tênis nas mãos, e o pai chegar na hora com a nota
fiscal, e se pôr na frente dos filhos que estavam sofrendo os achaques acima
descritos pelos policiais militares, e provar com o documento em mãos, que seus
filhos não eram ladrões, só porque eram negros e usavam bermudas e bonés, que
os policiais mal intencionados e de sentimento racista chamam no seu jargão, de
“Kit peba”!
E não quero nem falar mais no
assunto das “lagrimas de crocodilo” da aquela pálida e vazia torcedora
gremista. Me poupem!
Enquanto isso, um negro de origem
humilde já fez uma grande favor a este país, quando chegou a Suprema
Corte de Justiça deste tão injustiçado Brasil mostrando que a cor da pele, não
lhe impede de ser grande, e nem se é motivo para ser perseguido pela lei ou
seus representantes que deveriam em tese, protege-los!
Temos sim, o, pior tipo de racismo
que há no mundo todo, aquele dissimulado pela falsa sensação levada a feito pela
mídia, da nossa profusão cultural, do nosso mix de raças, embutidos no carnaval,
nas praias, no futebol como se todos fossem irmanados de um mesmo sentimento patriótico
e ninguém discriminasse ninguém.
Na época do Brasil colonial nas
senzalas, ao menos havia a separação declarada da casa grande, das senhorinhas
e coronéis.
Mas no fundo, o que ninguém nunca
assumiu, foi que os coronéis adoravam dar um pulinho nas senzalas, atrás de uma
negra ou mulata com sabor de canela, queimada ao sol do trabalho escravo e
sabor bem melhor do a branquela da senhorinha que ficava em casa dando ordens
ouvindo poesias, tricotando, ou ouvindo até mais tarde, os acordes das músicas
cantadas na senzalas pela voz forte dos negros e que a levavam a dar asas a
imaginação toda feita em cima de uma criação sexualmente reprimida e dedicada a
preparar-se para o casamento e exclusivamente para dar filhos e servir ao
escolhido pelos seus pais.
E seguia a vida inteira, fazendo as
escravas produzirem finos quitutes para os senhores do engenho, e que de vez em
quando iam furtivamente degustar as delícias causadas pelos hormônios em erupção,
junto a um escravo bem mais dotado de virtudes eróticas do que o senhor do
engenho, que a visitava sexualmente uma vez ao mês, e cumpria suas obrigações
ou formalidades, por cima de um lençol com um espaço bem na região genital sem
maiores detalhes ou delongas, e preocupado apenas em ter um herdeiro para
cuidar do que que ele construísse.
Daí, ser bem fácil, com base nos
pulinhos da senhoria ou do senhor dos engenhos, descobrir de onde e como veio a
nossa tão decantada miscigenação.
Ou alguém em sã consciência acredita
que a cegonha deixava os bebê pretinhos na senzalas, e os branquinhos na casa
grande!
Somos sim um dos mais belos e melhores
povos do mundo inteiro especialmente pelo nossos caráter pacífico e trabalhador,
onde graças a Deus, os vagabundos são minoria, em meio a grande massa humana e
proletária que levanta a 4 ou 5 da madrugada e vai firme para o trabalho
sustentar com seu sacrifício, este grande país, incluindo-se aí a parte podre
que todo mundo já sabe quem são.
Mas perecemos não querer acreditar
nisso, e ficamos vivendo eternamente este complexo de vira-latas famoso já no
mundo inteiro, ao contrário de outros povos, que usam sua bandeira, sua nacionalidade, seu
orgulho patriótico para colocarem uma bandeira tanto lá no alto do Everest,
quanto nas suas janelas, nos seus carros e até mesmo na sua roupa, enquanto o brasileiro
de hoje e me excluam desta, parece ter vergonha dos nossos símbolos, enquanto
eu, sou ainda daqueles, que desde pequeno aprendeu a admirá-los na hora do hino
frente a Bandeira Nacional, e a amar meu país e os seus, os meus símbolos.
Infelizmente, o meu povo só se
lembra deles no dia 7 de setembro ou nos dias de jogos da seleção brasileira
que de povo e orgulho nacional, não anda tendo nada!
E o exemplo que deveria vir de
cima, anda escasso, mas profícuo em maus exemplos; do juiz ao policial, do
padre ao bispo, e do político ao presidente da República.
Chega de “Complexo de vira latas” e
de discriminação de todo tipo ou qualquer que seja!
Karlão-Sam.

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