RADIALISTAS SEM QUALIDADE, APROPRIAM-SE DO QUE NÃO CRIARAM

domingo, 17 de fevereiro de 2013 0 comentários
FRANCAMENTE! É MUITA CARA DE PAU! NÃO CRIAM NADA,FAZEM PROGRAMINHAS RIDÍCULOS E AINDA COPIAM OS RADIALISTAS DO PASSADO! 


Utilizando slogans e frases de verdadeiros radialistas do passado no DF, apresentadores de programas demonstram falta de criatividade total e desrespeito com a memória do rádio e por tabela, com os ouvidos dos ouvintes.
                                             A história do Rádio todos do meio conhecem, e sabemos que houve um tempo em que os grandes comunicadores eram do AM. O surgimento do FM, trouxe a qualidade sonora e com ela a expansão musical. Os anos 70 e 80 eram música no FM e informação e entretenimento no AM. Os anos 90 passaram com resquícios das décadas anteriores e o século XX nos trouxe surpresas que estamos vivenciando hoje em dia e principalmente vivenciaremos nos próximos anos. 
Algumas infelizmente das mais desagradáveis.

ENTENDA POR QUE:







RÁDIO E RADIALISTAS SEM QUALIDADE, BRIGANDO PELO QUE NÃO LHES PERTENCE E NEM CRIARAM.

Na década de 80, eu trabalhei com uma equipe de radialistas que deixou sua marca deforma definitiva e inesquecível no rádio do DF. Era a Rádio Alvorada AM, que depois passou a ser Globo AM e junto com a FM do mesmo grupo, disputava ponto a ponto com a Rádio Planalto AM, que era liderada pelo inimitável Meira Filho, um campeão absoluto de audiência de todas as manhãs, fato que o levou a ter um reconhecimento popular tão grande, que o elegeu o primeiro e mais votado senador por Brasília, com quase 300.000 votos, isso em 1986!
A grande audiência do rádio no Distrito Federal, foi dele por muitos anos.
Entre outros “cobras”, estavam todo os dias fazendo uma comunicação singela, mas muito criativa, e amada pelo povo, e que se intitulava, “Os Cobras da Notícia”: Nascimento Filho, João Marques, Necy  de Almeida, José Neri e eventualmente outras feras. Foi dessa equipe também que nasceu o talentoso Toninho Pop, inicialmente um simples operador de mesa de som, que agarrou com força a primeira oportunidade e deslanchou como comunicador reconhecido como é até os dias de hoje, o que aconteceu a partir de quando o Grupo RBS inaugurou aqui, uma das primeiras emissoras em FM, que junto com a Nacional FM, a Transamérica, Manchete e posteriormente a Globo FM, trouxe para o brasiliense a grande novidade mundial de então, as emissoras FM com som estéreo, e uma comunicação rápida barulhenta e frenética, que nos dias de hoje vagueia pelos ouvidos dos ouvintes numa monotonia e falta de criatividade absurda.
Inesquecível também dessa época, o programa noturno Clube dos Namorados, apresentado pela voz suave, cativante, encantadora e sensual da igualmente inesquecível Martinha Frampton, com seu estilo romântico-sensual que preencheu a noite de muitos românticos, enamorados, ou desprezados, com a música dos anos 80, da qual restam poucos radialistas que a ela são fiéis, mas que os apreciadores da boa música amam até hoje.
E de repente, não mais que de repente, tinha que aparecer alguém para estragar de forma cretina, tudo isso, todo esse legado maravilhoso do rádio que está nos corações daqueles que o amam; são os chulos, mal feitos, oportunistas e buscadores de audiência a qualquer preço, os ditos programas policiais, do tipo “Na Polícia e Nas Ruas” e outros do mesmo baixo nível. (e que não conseguem alavancar nunca as suas audiências, a não ser e infelizmente, nas classes sociais mais desfavorecidas e sem informação, da qual eles saciam seu apetite inominável por audiência, expondo crimes, mazelas e problemas sociais, da forma mais chula e imoral, ou amoral possível).



O rádio mudou. E a grande maioria dos apresentadores também. Só que para pior, e de maneira descarada e péssima!

E aí vem o suprassumo da cretinice em plagiar ou copiar o legado daqueles que se esmeraram em fazer programas de rádio criativos como os citados acima: eis que de repente alguém se apropria e começa a usar em um desses programetes que azucrinam a cabeça de que levanta cedo para trabalhar na maior cara de pau, de um slogan que era utilizado pelas “Cobras da Notícia” na abertura do ridículo programa. Falta de qualidade ao criar e falta de respeito ao usar o que não criaram; e brigam entre si, cada um dizendo; ”era amigo, frequentava a minha casa, era meu mestre, amigo do meu pai etc... etc... E o outro mais ridículo ainda, e no paroxismo do mau gosto, faz afirmações querendo se passar por macabro humorista quando diz para o repórter de campo: Fala aí fulano, porque defunto não fala, rá,rá,rá,rá... ao referir a mais um “presunto” encontrado crivado de balas pela polícia.
Já o outro, veterano e, portanto com a obrigação de ter aprendido a fazer bem o que faz todos os dias, repete incansável e cansativamente a cada cinco palavras, a inexplicável expressão “aê”. E segue a briga dos dois, cada um com suas ridículas equipes parecendo neófitos em disputa por um espaço e uma profissão na qual demonstram nada conhecer e entender. 

Bons tempos aqueles em se criava realmente alguma coisa boa no rádio. Hoje vivemos a época de "radialistas do `Paraguai". 
É só cópias!

E que continuam a fazer dos ouvidos dos brasilienses, um vaso sanitário. Ou uma lixeira!
Enfim, pobre ouvinte de rádio brasiliense, que já teve ídolos, como Edinho Maia, Ênio Barbosa, Meira Filho, Paulo Torres, Edelson Moura, Darlei Tavares, e graças a Deus, os ainda vivos e talentosos José Néri e Compadre Juarez, e que tem que suportar tais descalabros em seus ouvidos ao despertar por pseudo comunicadores que andam na contramão da comunicação simples e eficiente que era feita pelos verdadeiros criadores de “Os Cobras da Notícia”, e tantos outros programas que marcaram época no rádio do DF. É a comunicação mais pobre que já houve em nosso rádio. E ainda se acham comunicadores! Haja paciência com tanta demonstração de incompetência. Os verdadeiros criadores do bom e velho rádio com qualidade devem tremer na tumba, com tanta falta de senso de ridículo!


O grande Luiz Mendes:Impossível de se imitar, mas inesquecível pela marca deixada na comunicação do Brasil. Poderia alguém imitá-lo? Por favor, tentem senhores, tentem. Ninguém é insubstituível não é mesmo?

Tecnicamente o rádio mudou e muito. Então que mudem e  melhorem os ditos "radialistas(ou seria; oportunistas que acharam um microfone pela frente?)

Seria muito bom se tais péssimos comunicadores, “aê”, se retirassem de cena. Para o bem, “aê”, de nossos ouvidos...Ninguém merece tanta pobreza. E  ainda chamam isso de comunicação via rádio...


Karlão-Sam.

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