A calamidade que hoje atinge o Rio Grande do Sul, as grandes enchentes, vão deixando até agora um saldo impressionante de 75 mortos, 103 desaparecidos, 780 mil pessoas afetadas e 334 municípios atingidos.
Se a tragédia abala toda a região, causando comoção nacional, atinge diretamente, ainda, o governo de Luiz Inacio e sua incompetência atroz.
Há mais de uma semana do início das chuvas, não se tem notícia de qualquer ação efetiva do governo federal no sentido de auxílio à população.
Pelo contrário, o que os brasileiros viram foi a chacota e o menosprezo de um homenzinho arrogante e prepotente ao chegar na região, minimizando -como sempre foi seu costume- tudo que o desafia.
Uma jogada macabra de marketing usando a miséria alheia, mais uma que deu errado, muito errado.
Observar o governador do estado, Eduardo Leite, com o suposto 'chefe do executivo' ao lado, em segunda visita à região, pedir doações para 'reconstruir' a região é de embrulhar o estomago de um avestruz.
Como se ao seu lado não estivesse Lula, o perdulário, gastando a rodo com penduricalhos para sua primeira dama, despejando grana em artistas decadentes e pagando políticos a peso de ouro para apoiá-lo.
A tempestade do fracasso atinge o desgoverno lula em cheio, e não poderia ser diferente.
Porque não há liderança, não há governo, apenas fragmentos de poder autoritário, dispersos, mandando e desmandando, feito baratas tontas.
O caos e o fiasco se abatem também sobre o Exército, com caminhões sendo humilhantemente socorridos pela população, soldados quase afogados e sem competência para enviar sequer dois helicópteros prometidos para a região.
Enquanto reina o caos no desgoverno a sociedade se mobiliza, Luciano Hang manda seus helicópteros e Pablo Marçal socorre o povo com mantimentos.
Além das ações heroicas da PM e do próprio povo, solidário e ativo, uma lição para o resto do país.
E de governos estaduais, como o de São Paulo, que enviam auxílios efetivos.
Entidades privadas se mobilizam para captar recursos, em auxílio ao povo assolado pela natureza.
Natureza que transforma a horda lulopetista numa legião muda, como se tivessem nascido sem língua, diante do fracasso evidente que os atinge.
O Rio Grande do Sul se recuperará, graças a seu povo e à sociedade brasileira.
Mas o Brasil, pobre Brasil, é assolado por uma hecatombe que parece não ter fim, uma tempestade fúnebre que não acaba nunca, um pesadelo sem despertar: o lulopetismo.
Enquanto essa praga não for erradicada, estaremos todos flutuando, no meio de uma tempestade, num barquinho que ameaça afundar a qualquer momento.
Texto de Marco Angeli


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