SITE DE ENCONTROS:A MORTE ESTÁ SENDO O PREÇO DA INFIDELIDADE-PESSOAS SUICIDANDO-SE APÓS TEREM SEUS DADOS HACKEADOS.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015 0 comentários


 A polícia da cidade de Toronto, no Canadá, informou nesta segunda-feira (24) ter iniciado uma investigação massiva sobre o vazamento de dados de clientes do site de traição canadense Ashley Madison.

Entre as consequências da exposição, como extorsões de usuários e até a disseminação de vírus de computador, a polícia listou ainda as mortes de duas pessoas que teriam se suicidado após terem suas informações no Ashley Madison serem expostas na internet por um grupo de hackers.

O Ashley Madison é um serviço online pago que conecta indivíduos casados ou em relacionamentos sérios que queiram cometer infidelidades. Uma das características essenciais do site era o cadastro que permitia as interações de forma anônima.

Para o superintendente Bryce Evans, a Avid Life Media, dona do Ashley Madison, tem colaborado para solucionar o crime. Tanto é que Bryce Evans, superintendente da polícia de Toronto, afirmou que a empresa anunciou o pagamento equivalente a US$ 380 mil a quem oferecer informações. “Hoje, eu posso confirmar que a Avid Life Media está oferecendo uma recompensa de 500 mil dólares canadenses a qualquer um que forneça informações que levem à identificação, prisão ou acusação da pessoa ou das pessoas responsáveis pela vazamento do banco de dados do Ashley Madison.”

Malware
“Criminosos já começaram a colocar em ação esquemas online para prover informações desse banco de dados. E, ao clicar nesses links, você expõe seu computador a malwares, spywares, adwares e vírus”, afirmou. Outros sites oferecem ainda serviços de busca para localizar pessoas dentro do banco de dados do Ashley Madison.

Para o superintendente Bryce Evans, a Avid Life Media, dona do Ashley Madison, tem colaborado para solucionar o crime. Tanto é que Bryce Evans, superintendente da polícia de Toronto, afirmou que a empresa anunciou o pagamento equivalente a US$ 380 mil a quem oferecer informações. “Hoje, eu posso confirmar que a Avid Life Media está oferecendo uma recompensa de 500 mil dólares canadenses a qualquer um que forneça informações que levem à identificação, prisão ou acusação da pessoa ou das pessoas responsáveis pela vazamento do banco de dados do Ashley Madison.”

Suicídios
Na semana passada, um grupo de hackers chamado Impact Team publicou um pacote de dados com 9,7 GB com informações pessoais, como endereço de e-mail, nome e número do cartão de crédito.
Extorsão
A polícia identificou também tentativas de extorsão de clientes do site. De acordo com e-mail exibido pelo superintendente, as vítimas desse golpe deveriam transferir uma quantia em bitcoins caso não quisessem que amigos e familiares fossem informados que possuíam contas no Ashley Madisson. Na mensagem deste domingo (23), os criminosos afirmaram ter usado os dados do site para acessar à conta do Facebook deles. (Foto reprodução/YouTube: Bryce Evans, superintendente da política de Toronto, que investiga o vazamento de dados de clientes do site de traição Ashley Madison)

“Seus dados foram vazados quando o Ashley Madison foi hackeado recentemente, e eu tenho todas as suas informações. Eu também usei o seu perfil para encontrar sua conta no Facebook, e usando isso eu tenho agora uma linha direta para entrar em contato com todos os seus amigos e familiares. Se você quiser evitar que eu compartilhe essa sujeira com todos os seus amigos e familiares (e talvez até com empregadores?), você precisa enviar exatamente 1.05 bitcoin para o seguinte endereço”, diz o texto.

Acusações
Os crimes dos envolvidos nesse esquema são o de extorsão, obtenção fraudulenta de serviço de computador, interceptação fraudulenta de um sistema de computador, uso fraudulento de um sistema de computador, interferência na utilização legítima de dados de computador, posse ilícita de dados de cartão de crédito e distribuição ilícita de imagens íntimas.

A polícia de Toronto trabalha com a Polícia de Ontário e com o Departamento de Segurança Doméstica dos Estados Unidos. Para colher informações sobre o caso, a corporação lançou uma campanha no Twitter e abriu uma linha telefônica.

Fonte G1: http://g1.globo.com


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