E A SUZANE RICHTOFFEN A ASSASSINA DOS PAIS CASOU-SE EM CERIMÔNIA ÍNTIMA NO PRESÍDO DO TREMEBÉ EM SÃO PAULO:

quinta-feira, 30 de outubro de 2014 0 comentários
Sandra Regina, mulher de Suzane, tem um antecedente criminal bastante pesado na sua ficha. Em outubro de 2003, Sandrão como é conhecida na penitenciária de Tremembé, participou do sequestro de um adolescente em Mogi das Cruzes (Grande São Paulo) com três homens.
"SANDRÃO" AGORA É O MARIDO DE SUZANE RICHTTOFFEN!





PRESÍDIO DO TREMEMBÉ TEM ATÉ DESFILE DE MODAS PAREA AS PRESAS, COORDENADAS POR "SANDRÃO"

A vítima foi Talisson Vinicius da Silva Castro, 14. Ele era vizinho de Sandra.
Segundo investigação da polícia e Ministério Público, era Sandra (também conhecida como Galega) a responsável por fazer as ligações ameaçadoras à família.
O pedido de resgate foi de R$ 40 mil, mas acabou reduzido para R$ 3.000. Quando a família efetuou o pagamento, o menino já estava morto com um tiro na cabeça.
O corpo do adolescente foi encontrado no dia seguinte em um terreno baldio.
A vítima estava amordaçada com uma echarpe feminina, que a polícia acredita ser de Sandra, e amarrada pelos punhos e tornozelos com cadarços. A cabeça estava coberta com um saco plástico preto.
Para policiais, o bando nunca teve a intenção de devolvê-lo com vida até porque ele conhecia os criminosos. Ao lado do corpo da vítima foi encontrada sua pasta escolar, diz trecho da decisão judicial que condenou a sequestradora a 27 anos de prisão pena posteriormente reduzida a 24 anos.
Em fevereiro de 2011, no centro de ressocialização de São José dos Campos (a 97 km da capital), Sandra agrediu um agente penitenciário.
Em razão dessa ocorrência na prisão, acabou condenada a três meses e 15 dias de detenção. No mesmo mês, a sequestradora foi transferida para a penitenciária de Tremembé.
A agressão ao agente foi considerada uma falta grave no sistema prisional. Por isso, comprometeu sua progressão para o regime semiaberto.
MESTRE DE CERIMÔNIAS
Em Tremembé, apesar da fama de barra pesada, Sandra participa de eventos organizados para as detentas.
Em um concurso de beleza das presidiárias, por exemplo, ela ajuda a conduzir as candidatas pela passarela como mestre de cerimônia. Nesses eventos, costuma usar traje à rigor, fraque e gravata borboleta. No dia a dia, se veste como homem.
Sandra confessou sua participação no crime, mas alegou ter sido obrigada por um dos comparsas, no que a Justiça não acreditou. Segundo Sandra, em seu depoimento, ela não queria a morte do menino, embora admita não ter agido como poderia para impedir que isso ocorresse.
Suzane fez o reconhecimento de seu relacionamento afetivo com Sandra. As duas estão morando juntas na cela das casadas com mais oito casais.
Até o começo ano, Sandra era companheira de Elize Matsunaga, 32, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, 41, em junho de 2012.
Por isso, ela precisou esperar seis meses para poder voltar a morar na cela especial uma norma criada pela direção da unidade.
Outras duas regras para os casais: são proibidas brigas e traições.

E a propósito, vejam que ótima matéria para o casal de pombinhos!

ESTUDO INOVADOR REVELA QUE CASAL QUE DORME EM CAMAS SEPARADAS PODE SER MAIS FELIZ

Um casal que mora junto, dorme junto. Essa, em tese, é a ordem natural das coisas em um relacionamento. Mas, de acordo com a consultora do sono Renata Federighi, essa, nem sempre, é a fórmula da felicidade. Ela afirma isso baseada em um estudo da Universidade da Califórnia, que avaliou vários casais e chegou à conclusão que quem dorme mal tende a ter mais brigas e ser mais egoísta. Por isso, quem sofre com problemas de convivência à noite, no quarto, pode manter uma relação mais harmoniosa se decidir dormir em camas separadas.
Sono X Relacionamento
A forma como cada pessoa dorme pode afetar a vida de um casal. “Algumas das queixas mais comuns entre os casais estão associadas aos distúrbios do sono, como a insônia, o ronco e apneia. Além disso, ainda existem dificuldades como a diferença no horário de se deitar e acordar; se o outro tem o hábito de usar o computador, ler ou assistir televisão, enquanto o companheiro tenta dormir; se um só dorme em ambientes escuros e o outro só consegue com um abajur; a briga pelo lençol; a constante movimentação à noite; entre tantos outros fatores que complicam a afinidade de uma vida a dois na cama”, explica a profissional da Duoflex.
A pesquisa comentada por Renata, divulgada em um encontro de psicólogos em Nova Orleans, nos Estados Unidos, ouviu 60 casais formados por pessoas entre 18 e 56 anos, que demonstraram como a insatisfação na hora de dormir pode gerar conflitos. Isso acontece porque dormir pouco torna as pessoas mais egoístas graças à falta de humor e ao cansaço. Assim, no dia seguinte, elas se mostram pouco preocupadas com o parceiro, que passa a se incomodar com a situação.
Dormir junto ou separado?
Para Renata Federighi, caso o casal não consiga se entender dividindo a cama, dormir em camas separadas pode ser a solução para o relacionamento. “Já foi comprovado que aqueles que possuíam dificuldade em dormir com outro, tiveram um sono 50% melhor quando separaram as camas”, garante.
Folha.Com.

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