Mais de um quarto da população brasileira não trabalha, ancorada no Bolsa Família e outros incentivos do governo Federal,  prefeituras e governos estaduais. Uma das razões é a falta de qualificação profissional e o crescente desemprego - que gera miséria e produz desigualdade.

Outras centenas de milhares começam a perder espaço no mercado de trabalho, substituídas por novas tecnologias. 

A inteligência artificial está substituindo contadores, jornalistas, tradutores, médicos, professores e uma gama de outras profissões.

O cenário do emprego futuro é incerto, mas os políticos estão discutindo a redução da jornada de trabalho, sem atentar para o fato de que as empresas não vão assumir o custo de uma ação danosa - para a economia e para o trabalhador, iludido de que tendo mais tempo para descansar vai produzir mais e encantar o empregador. Pura ilusão.

Mas essa é uma ideia de jerico com forte apelo político em ano pré-eleitoral. Uma  irresponsabilidade com o trabalhador. É como empurrá-lo para fora da porta das empresas.

Ninguém atenta para o fato de que o Brasil tem muitos feriados - seja de âmbito nacional, estadual e municipal - onde as folgas são obrigatórias. Como resolver essa questão, que adiciona mais dias de  folga e leva à  paralisia do setor produtivo?


E a cada dia tem alguém no Senado propondo mais feriado - para o dia do Pombo; nas assembleias propostas para  um feriadão no dia do Sapo e nas Câmaras de Vereadores, um dia para a Preguiça.

Esse oportunismo dos políticos, que fingem entender de economia e viram as costas para o país na cata de votos, precisa acabar. 

Portal do Holanda.

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