DF TRANS; TEM O DEDO DO CACHOEIRA LÁ DENTRO DE OLHO EM 60 MILHÕES DA BILHETAGEM ELETRÔNICA!

quarta-feira, 25 de abril de 2012 0 comentários
DF TRANS:CASO DE POLICIA!
“Estamos colaborando em tudo que for necessário para resolver esse problema”.
Mas procurar e apresentar soluções para os graves problemas de trânsito do DF, nem pensar!





     O que não falta é funcionários e usuários insatisfeitos!  E há muito tempo!


                       
































Carlos Cachoeira de olho nos mais de 60 milhões da bilhetagem eletrônica no DF!

Incapaz de resolver os graves problemas por que passa em função dos grupos políticos que se digladiam em facções pelo poder dentro do órgão, o DF Trans, ninho político do presidente do recém-fundado e sem história PPL, espertamente montado pelo atual secretário do DF Trans, para após um tímido apoio ao então candidato Agnelo, Marco Antonio Campanela partiu com sede na busca de cargos e colocações no Governo agora esfumaçado e sem corpo do Novo Caminho.
                            Ex-militante do MR-8 Marcos Campanela, viu a sua secretaria virar  a bola da vez na intrincada teia de sortilégios e malefícios que atingem o bicheiro-mor-corruptor Carlos Cachoeira, preso e agora vítima de uma CPI, mas que mesmo preso promete ser um atroz algoz para os seus ex-comparsas de negócios bilionários, entre eles a bilhetagem eletrônica do sistema de transportes do DF.

                            Foram essas as palavras  inseguras e sem confiança do diretor geral do DF Trans sobre a invasão que a Polícia Civil fez hoje na sede do DF Trans, que está sendo alvo de acusações de suborno e corrupção em meio a denúncias sobre o sistema de bilhetagem eletrônica cujos tentáculos tal qual um polvo já se lançam sobre o palácio do Buriti, diante de uma CLDF pálida e sem autoridade, que deveria fiscalizar o GDF e não fiscaliza nada.
                           Os fatos como eram de se esperar, partem e  chegam ao corruptor-mor do momento, de fama nacional e que não poderia ser outro: Carlos Cachoeira.
                          As denuncias envolvem também a Construtora Delta ligada ao bicheiro que teve hoje um de seus diretores presos em Goiânia e mais um ex-funcionário do GDF igualmente em cana.
                         A coisa tá explodindo para o lados dos aproveitadores do grande balcão de negócios em que se transformou o GDF, ao estilo idêntico do que tanto se criticou e se chamou de herança maldita dos governos anteriores de Joaquim Roriz e Roberto Arruda.
                        Está todo mundo procurando ver essas tais diferenças.
                        E melhorias no transporte do DF, por que o que mais se vê, são ônibus velhos e quebrados, piratas iguais aos oficiais, cheios de multas, mas circulando, enfim um paraiso de ilegalidade sem que se vislumbre qualquer atuação séria por parte do órgão.



O QUE ESTÁ ROLANDO SOBRE O ASSUNTO: PORQUE A POLÍCIA MANDOU VER NO DF TRANS:


GRUPO DE CARLINHOS CACHOEIRA NEGOCIOU LICITAÇÃO MILIONÁRIA NO DF.
Grampos indicam que integrante do governo participou de operação para direcionar contrato de R$ 60 mi ao grupo de Cachoeira.
AE 05/04/20112
Grampos da Polícia Federal indicam que um integrante do governo Agnelo Queiroz (PT) participou de uma operação para direcionar um contrato milionário, que vai girar até R$ 60 milhões por mês ao grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira,




Carlinhos Cachoeira foi preso pela PF acusado de comandar máfia de caça-níqueis em Goiás

Diálogos interceptados na Operação Monte Carlo evidenciam que Milton Martins de Lima Junior, diretor financeiro e administrativo do DFTrans, órgão que gerencia o transporte público do governo do Distrito Federal, negociou com os contraventores para que a organização obtivesse a concessão para a bilhetagem eletrônica dos ônibus. A PF suspeita de eventual pagamento de propina. O diretor nega.
As conversas, gravadas em junho de 2011, mostram Carlinhos Cachoeira orientando um de seus principais aliados, Gleyb Ferreira da Cruz, a negociar o contrato com o governo do DF.
O objetivo do contraventor era firmar uma sociedade com a Delta Construções, empresa suspeita de participação no esquema, para explorar o serviço. Dias antes, o governo do DF havia assumido a bilhetagem eletrônica, antes a cargo dos empresários do setor, e buscava um novo parceiro privado para operá-la.
Ao ouvir do parceiro que o negócio pode render, conforme estimativa, o equivalente a R$ 60 milhões por mês, Cachoeira se anima e avisa que acionará outro emissário para negociar com o diretor do DFTrans: "Pois é, porra! Tem que fazer contratar direto a Delta... tem que por o Cláudio amanhã com o Milton, entendeu?"
Em duas situações, o chefe do esquema pergunta a Gleyb quem é Milton, ouvindo que se trata do diretor que foi nomeado para organizar o DFTrans e detalhes de sua vida pregressa, como a atuação na Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). "Pois é, agora nós temos que pegar o negócio, então, nós temos que fazer o edital, uai", anima-se Cachoeira na conversa gravada. Ao ouvir que o governo do DF tinha urgência no serviço, ele sugere que o contrato seja feito sem licitação, em caráter emergencial.
Em conversa gravada no dia 14 de junho, Gleyb diz ao chefe, por volta das 19h30, que está aguardando Milton para um jantar. "Tem que chamar o cara, porque esse cara tem que tá junto... Fala assim, ó, não, a Delta tem interesse...", comenta Cachoeira. "A gente puxa o negócio lá e a Delta é que faz o serviço", responde Gleyb.
Por volta das 22h45, após o horário do encontro, o contraventor ouve de seu emissário o que seria o resultado da negociação: "O Milton, ele topa, 'num' tem problema, não, agora tem que ver... a porcentagem que eu falei com ele... que eu falei pra gente fazer gestão cinquenta cinquenta e a gente usaria a nossa empresa usando a tecnologia da EB no negócio".
Esquema
No dia seguinte, por volta do meio-dia, Carlinhos Cachoeira pede a Cláudio (que não é identificado) que converse com o diretor da DFTrans e diz que Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta, avaliará se entra no negócio, que poderá ser firmado sem licitação.
"Nós temos que pegar pra tocar e contratar, porque eles estão apaixonados no sistema dos coreanos. A gente contrata o sistema e faz o negócio do DFTrans. Rapaz, é um negócio de sessenta pau por mês, e dá pra aumentar trinta por cento, quer dizer, se a gente pegar um porcentual do aumento na licitação", explica.
O DFTrans ainda não definiu qual será a nova parceira para a bilhetagem. 
Segundo a empresa, a contratação ainda deve ser feita, possivelmente no mês que vem e em caráter emergencial, após a licitação para a escolha das novas concessionárias do transporte público, recém-lançada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




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